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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
REALMENTE NÃO ENTENDO
Quanto tempo não passo aqui. Deixei as polêmicas de lado por um lado, mas aos poucos volto.
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Tem intrigado os meus pensamentos as celeumas criadas por parte de quem desembarca de suas igrejas, denominações, de suas antigas interpretações teológicas. O que dantes era tido como algo dado, orientado, dito pelo Divino passa a ser uma heresia aviltante a ponto de separar amizades, impedir comunhão. Realmente não entendo.
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Ninguém é obrigado a permanecer em uma mesma denominação a vida toda, e diria mais, a manter a mesma profissão de fé. Sair, trocar sempre será um opção que deve ser respeitada, e cada um terá a sua motivação. O tempo de permanência será o que o coração mandar, embora nos engane (Jr 17.9). Até aqui tudo bem.
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Causa espécie é um membro que durante vários anos, várias décadas, fica aos cuidados de um líder espiritual e ao sair passa a proferir impropérios contra aquele que o apascentou durante um tempo. Muitas vezes a família passa por gerações, mas nada é levada em conta. A doutrina ora abraçada fala mais alto sempre, passando o antigo líder a ser atacado, manchado com adjetivos depreciativos. Realmente não entendo.
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Doutrinas denominacionais são interpretações partidárias, ou seja, são parte de entendimento de interpretação teológica e embora sejam partes, não devem separar sim unir em meia à diversidade. Criar inimizades em função de interpretações é antes demais nada anti-comunhão. O correto, o ético, é ao sair continuar respeitando o tempo que passou ali, ainda que não mais concorde. Sendo assim, tudo bem.
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Infelizmente o que se percebe, o que se constata, é que muitos saem e aquele entendimento/doutrina que mais enfatizava passa a ser atacada. Não é difícil ver que os que ansiavam por reconhecimento pessoal são os que mais atacam. As novas doutrinas cegam o entendimento do que deve ser real motivo do Evangelho, e no lugar de proclamar as virtudes da vida de Jesus, sentem prazer em visitar, perturbar antigos irmãos com suas "novidades". Realmente não entendo.
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Não é incomum ficar diante de pessoas que na antiga denominação tinham recebido sonhos, visões (creditando isso ao divino) que teriam uma igreja para si, não a obtendo, ao sair passam a ter uma nova visão (também creditado ao divino). Cristianismo se baseia em perdão e gratidão. Essas duas premissas devem nortear o nosso pensar, nosso agir em todas as ocasiões, situações. O tempo passado em uma denominação deve ser lembrado com gratidão, no caso de passar a acreditar em uma doutrina diferente não deve fazer dos outrora irmãos inimigos, e do antigo líder um marginal herege. É o fato de lembrar com alegria os tempos de comunhão e aprendizado (Lm 3.21). Não agindo assim, está em desacordo com a premissas básicas e fundamentais do Cristianismo. Atacar antigos lideres, irmãos e até doutrinas revela um caráter malévolo que coloca na berlinda até uma conversão.
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Realmente não entendo.
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